A mudança de comparticipações por medicamento irá conduzir a uma diminuição da prescrição de receitas


A mudança do modelo de co-pagamento farmacêutico, que entrou em vigor no dia 1 de Julho, não vai apenas implicar um aumento na participação dos utentes na obtenção dos seus medicamentos, mas também um decréscimo no número de prescrições por parte dos médicos. A ambos os aspectos deve somar-se  a desvalorização das oficinas de farmácia, já que se prevê-se que o mercado total farmacêutico registará uma caída de 13,5% em consequência da entrada em vigor do novo Real Decreto Lei 16/2012.
 
Promovido pela COFARES, o primeiro grupo de distribuição farmacêutica em Espanha, apresentou o estudo 'Impacto económico directo e indirecto do RDL 16/2012 na Oficina de Farmácia', elaborado pela consultora Antares Consulting. Perante os resultados, o presidente da COFARES, Carlos González Bosch,  terminou a apresentação comentando, que a partir de agora será mais claro diferenciar o financiamento público da despesa em Medicamentos.
Ver noticia completa no link em anexo (em espanhol)


Fonte: Acta Sanitaria
Aceder à notícia original

Copyright © 2019 Antares Consulting S.L. Todos os direitos reservados   |   Informações legais e Política de privacidade