A jornada sobre Segurança do doente da Antares Consulting encerra com um grande êxito de assistentes



Madrid, 1 de Fevereiro 2013.-  Sobre o título “A Segurança do Doente em organizações de saúde  complexas”, a Antares Consulting levou a cabo hoje uma jornada em que os especialistas no âmbito da  Segurança do Doente partilharam reflexões, com grande sentido prático e realista, sobre as políticas e medidas dirigidas à promoção de uma cultura de Segurança do Doente entre os profissionais de saúde  a fim de promover organizações de saúde mais seguras e eficientes.

 

Eduard Portella, Presidente da Antares Consulting, destacou “a importância das políticas proactivas para resistir ao possível risco de abandono e banalização de determinados aspetos que incidem de um modo directo ou indirecto na qualidade e segurança assistencial”.

 

Johnny Sijm, International Business Manager do The Patient Safety Company, apresentou a evolução de políticas lideradas na Holanda nos últimos anos e como tem potenciado uma cultura de segurança entre os profissionais. Neste sentido, realizou uma demo da Plataforma de Gestão para a Segurança do Doente e de última geração, TPSC Cloud TM implantada em mais de 500 organizações de saúde em todo o Mundo.

 

O Dr. Josep Davins, Sub-director Geral dos Serviços de Saúde apresentou o projeto do Departamento de Saúde sobre a criação de “Unidades funcionais de Segurança do Doente” desenvolvido pela Antares Consulting e implementada nos 70 hospitais da Rede de utilização pública e destacou “as boas-vindasdo projeto por parte de todos os implicados no projeto e a importância de desenvolver um quadro de indicadores comum e que nos ajude a identificar áreas de melhoria”.

 

A jornada contou com outros especialistas, entre os que destaca a presença da Dra. Itziar Larizgoitia, Responsável da Área de Inovação da Segurança do Doente da Organização Mundial de Saúde (OMS): “A Segurança do Doente tem de ser um objetivo prioritário nos sistemas de saúde” e tem destacado 6 factores de êxito para que as políticas nesta matéria sejam eficazes: “A Chefia, as Alianças, a importância dos dados e o feed-back aos profissionais, a educação, o trabalho em equipa e os incentivos” e a presença a esta afirmação do Dr. Aranaz, Catedrático de Medicina Preventiva de la Universidad Miguel Hernández de Alicante, que participou na ronda de perguntas concluindo a importância de 3 aspectos como eixo potenciador das políticas de Segurança do Doente: “definir e estabelecer argumentos éticos na Segurança do Doente, potenciar as boas práticas entre os profissionais e implantar políticas de eficiência”.

 

O encerramento da jornada foi para expor numa mesa redonda que estratégias organizativas e de gestão são necessárias para que a Segurança do Doente seja uma questão comum e prioritária entre os directivos de saúde no contexto económico actual. Na mesa redonda contamos com a participação do Dr. Alberto Pardo, Subdirector General de Salud del Servicio Madrileño de Salud o qual destacou “a importância de desenvolver estrategias de desenvolvimento de toda a organização a médio e longo prazo e a importância de envolver todos os profissionais em todo o proceso de implementação”; a Dra. Celia García, Directora Asistencial del Hospital Rey Juan Carlos de Móstoles (Grupo Capio) que nos apresentou as linhas estratégicas de Qualidade e Segurança Clínica, lideradas desde o Grupo Capio e o Dr. José María Ruíz Ortega, Presidente de AEGRIS (Asociación Española de Gestión de Riesgos Sanitarios) que destacaram a “necessidad de gerir os riscos clínicos de uma forma global e gradual e a importância de alcançar um compromisso individual e colectivo de todos os profissionais de saúde”.


Fonte: Antares Consulting

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