Cinco Comunidades Autónomas confrontam os seus modelos de gestão da saúde num encontro da Antares Consulting


10/03/2016

 

Num encontro organizado pela Antares Consulting e pela GE General Electric analisou-se a gestão da saúde de cinco comunidades autónomas: Madrid, País Vasco, Andalucía, Islas Baleares e Castilla e León, incluindo também experiências de outras comunidades autónomas em organizações privadas e concertadas.

 

Na oitava edição do foro Gestão da saúde em tempos de mudança, a firma convocante atraíu vários membros da indústria farmacêutica, da administração autónoma, da tecnologia da saúde e da gestão organizacional no âmbito da saúde. A jornada organizou-se em três mesas dedicadas, respetivamente, às alianças estratégicas, à operação de organizações de saúde e às possíveis culturas destas estruturas.

 

A hora da eficiência

 

A abertura da jornada esteve a cargo do presidente da Antares Consulting, Eduard Portella, trazendo importantes temas de debate aos presentes, aproximadamente 150 personalidades dos distintos âmbitos de atividade. Como mensagem principal da sua intervenção, Portella assegurou que há muitas coincidências nas agendas de gestão dos países mais desenvolvidos que servem de comparação com Espanha. Nesta agenda comum, especificou o consultor, está a integração dos serviços de saúde. Adicionalmente, Portella também destacou a complexa encruzilhada política que atravessa o país, fenómeno que não deveria, na sua opinião, afetar o bom andamento das mudanças das organizações, as quais são mais necessárias do que nunca.

 

Repensar as organizações

 

Na continuação, o diretor de gestão da saúde e relações institucionais da Abbvie, Antonio Bañares, perguntou aos dois oradores da primeira mesa sobre a dúvida do lugar onde deve terminar a competitividade entre as organizações e onde deve começar a colaboração entre as mesmas. Da mesma forma, também refletiu em voz alta sobre a sobrevivência do esquema clássico entre cliente e prestador e sobre o difícil que é por vezes encontrar um ”partner” nas Administrações e sobre quem deve liderar a mudança nas organizações: as administrações das conselherias ou os próprios hospitais? Houve várias respostas durante o debate, ou pelo menos cinco de 17 posições bem conhecidas (Comunidades Autónomas).

 

Procurar futuras alianças

 

Um dos diretores da Antares Consulting, Josep Lluís Falcó, iniciou a sua exposição lamentando que a forma de ser das pessoas de cultura latina tenha aversão ao trabalho em equipa. Não obstante, logo acrescentou que as necessárias alianças estratégicas a que as organizações de saúde estão expostas são a flexibilidade operativa, a otimização de recursos, o acesso à tecnologia e a integração vertical.

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Fonte: Acta Sanitaria
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