Gestão de risco na saúde


Decorreu na passada terça-feira, em Lisboa, o Seminário “Garantir a Segurança do Doente através do Sistema de Gestão de Riscos Clínicos.” Organizado pela Antares Consulting, o evento tinha como objectivo focar-se na gestão da segurança do doente, mostrando a experiência e as soluções desenvolvidas pela empresa neste domínio.  


 
Paula Rodrigues, directora geral da Antares Consulting começou por falar nas várias razões que justificam uma gestão de risco nos serviços de saúde, destacando a “magnitude das causas dos eventos adversos” que se registam, o doente como elemento central do sistema de saúde e, ainda, os impacto dos eventos adversos. Segundo a directora geral, o importante neste momento é tentar minimizar os impactos dos eventos adversos e, sobretudo, tentar evitá-los.  Umas das acções fundamentais para que se implemente uma cultura de segurança e para que seja útil é aprender a reconhecer os erros, reportá-los, falar dos mesmos de forma aberta e imparcial e prevenir a reincidência.

 

“É importante o conhecimentos dos incidentes e partilhar informação entre as diferentes organizações”, afirma Paula Rodrigues.

 

Em Portugal, de acordo com a oradora, assistiu-se a uma forte evolução nos últimos 3 anos, sendo que em 2008, 34% dos hospitais portugueses já dispunham de estruturas organizadas para a gestão de risco e em 2011 essa percentagem subiu para 50%. “É notório o incentivo para a notificação dos incidentes pelos próprios hospitais”, refere a directora geral da Antares Consulting.

 

A sessão decorreu com a intervenção der outros oradores como Juan Carlos Álvarez da Antares Consulting de Barcelona e Johnn Sijm da The Patient Safety Company, tendo-se destacado a plataforma Clinical Risk Management System (CRMS) já implementada em 10 hospitais. 
 


Fonte: Tecno Hospital
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